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Qual a diferença entre gengivite e periodontite?Como tratar e prevenir cada uma?ResumoPerguntas frequentesLeia tambémGengivite ou periodontite: qual a diferença?
Gengivite ou periodontite: qual a diferença? De forma simples, a gengivite é a inflamação só da gengiva, reversível e mais leve; a periodontite é o estágio mais avançado, em que a inflamação atinge o osso que sustenta os dentes e causa danos que não se recuperam totalmente. Uma pode virar a outra — por isso reconhecer cedo faz toda a diferença.
Na prática clínica, muita gente trata as duas como a mesma coisa, mas a distinção é importante: a gengivite tem solução simples; a periodontite exige tratamento mais cuidadoso e acompanhamento contínuo. Saber em que estágio se está orienta o que fazer.
Aqui, a Dra. Cléo Salustiano (CRO-SP 170844) explica a diferença entre gengivite e periodontite, os sinais de cada uma e como tratá-las e preveni-las. Lembrando que só a avaliação, muitas vezes com exames, define o estágio e o tratamento do seu caso.
Qual a diferença entre gengivite e periodontite?
A gengivite é a inflamação da gengiva causada pelo acúmulo de placa bacteriana. Ela deixa a gengiva vermelha, inchada e sangrante, mas ainda não afeta o osso — e, por isso, é reversível com higiene adequada e limpeza profissional. É o estágio inicial e o melhor momento para agir.
A periodontite acontece quando a gengivite não é tratada e a inflamação avança, atingindo as estruturas de suporte do dente: o osso e o ligamento. Forma-se a 'bolsa periodontal', há perda óssea progressiva e, com o tempo, os dentes podem amolecer e até cair. É mais séria, e os danos ao osso não se recuperam totalmente.
A grande diferença, então, é a profundidade: gengivite fica na gengiva; periodontite atinge o osso. A gengivite é reversível; a periodontite é controlável, mas não 'reversível' no sentido de recuperar todo o osso perdido — o tratamento estabiliza e evita a progressão.
Os sinais se sobrepõem no início (sangramento, vermelhidão), mas a periodontite costuma trazer sinais adicionais: mau hálito persistente, retração da gengiva, dentes que parecem 'maiores' ou amolecidos, sensibilidade e, às vezes, pus. A ausência de dor é traiçoeira — a doença pode avançar silenciosamente.
Vários fatores aumentam o risco: higiene insuficiente, tártaro, tabagismo, diabetes, alterações hormonais, predisposição genética e alguns medicamentos. Por isso o controle vai além da escovação: envolve hábitos e saúde geral, avaliados em conjunto.
Entender isso reforça por que não se deve ignorar o sangramento: ele é o sinal da gengivite, o estágio reversível. Tratar ali evita a evolução para a periodontite. Quanto mais cedo, mais simples e mais completo o resultado.
Como tratar e prevenir cada uma?
A gengivite costuma ser tratada com a remoção da placa e do tártaro (limpeza profissional) somada a uma boa higiene em casa. Em geral, a gengiva volta à saúde em pouco tempo. É o cenário ideal: tratamento simples e reversível, quando se age cedo.
A periodontite exige um tratamento mais aprofundado, como a raspagem (remoção do tártaro abaixo da gengiva) e, em alguns casos, procedimentos adicionais. O objetivo é controlar a inflamação, estabilizar a perda óssea e impedir a progressão. Não é cura no sentido de recuperar tudo, mas controle — e funciona bem quando bem conduzido.
Em ambos os casos, a manutenção é decisiva: limpezas periódicas e higiene caprichada em casa. Na periodontite, especialmente, o acompanhamento contínuo (a chamada manutenção periodontal) é o que mantém a doença sob controle ao longo do tempo.
A higiene em casa é a base: escovação suave na linha da gengiva, fio dental ou escova interdental todos os dias. A maior parte da placa que causa essas doenças se acumula justamente entre os dentes e na linha da gengiva, onde só o fio e a técnica correta alcançam.
Controlar os fatores de risco potencializa o tratamento: parar de fumar, controlar o diabetes e revisar medicamentos com o médico, quando for o caso. Esses fatores influenciam tanto o surgimento quanto a resposta ao tratamento das doenças da gengiva.
Por fim, a prevenção é sempre o melhor caminho: higiene diária somada a revisões e limpezas periódicas evita que a gengivite apareça ou evolua. Gengiva saudável também é pré-requisito para tratamentos estéticos. Cuidar dela é investir no sorriso inteiro.
Saiba mais na página de Saúde da gengiva.
Resumo rápido deste artigo+
Gengivite é a inflamação só da gengiva — reversível, com sangramento e vermelhidão, tratada com higiene e limpeza profissional. Periodontite é o estágio avançado, em que a inflamação atinge o osso de suporte, causando perda óssea, retração e dentes amolecidos; é controlável, mas os danos ao osso não se recuperam totalmente. Reconhecer cedo (o sangramento é o aviso) evita a evolução. Na Mooca, a Dra. Cléo Salustiano (CRO-SP 170844) atende todos os dias, das 8h às 22h.
Qual a diferença entre gengivite e periodontite?
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A gengivite é a inflamação só da gengiva, reversível e mais leve. A periodontite é o estágio avançado, em que a inflamação atinge o osso que sustenta os dentes, causando perda óssea. Em resumo: gengivite fica na gengiva; periodontite chega ao osso.
Gengivite tem cura?
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Sim. A gengivite é reversível: com a remoção da placa e do tártaro e uma boa higiene, a gengiva volta à saúde. É o estágio ideal para tratar, justamente porque não houve dano ao osso. Por isso não se deve ignorar o sangramento, que é o seu sinal.
Periodontite tem cura?
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A periodontite é controlável, mas não 'reversível' no sentido de recuperar todo o osso já perdido. O tratamento estabiliza a doença, controla a inflamação e impede a progressão. Com acompanhamento contínuo, é possível manter os dentes saudáveis por muitos anos.
A gengivite sempre vira periodontite?
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Não necessariamente, mas pode, se não for tratada. A periodontite começa como uma gengivite que avançou. Por isso tratar a gengivite cedo é a melhor forma de prevenir a periodontite. Nem toda gengivite evolui, mas não dá para saber sem cuidar.
Quais os sinais da gengivite?
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Gengiva vermelha, inchada e que sangra ao escovar ou usar o fio dental. Costuma não doer, o que faz muita gente ignorar. Esses sinais indicam inflamação inicial — o momento ideal para tratar, antes que avance para a periodontite.
Quais os sinais da periodontite?
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Além do sangramento, costuma haver mau hálito persistente, retração da gengiva, dentes que parecem 'maiores' ou amolecidos, sensibilidade e, às vezes, pus. Pode avançar sem dor, de forma silenciosa. Esses sinais pedem avaliação sem demora.
Periodontite pode fazer perder dentes?
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Sim. Como atinge o osso que sustenta os dentes, a periodontite avançada pode levar ao amolecimento e à perda dentária. É uma das principais causas de perda de dentes em adultos. O tratamento e a manutenção são o que evitam esse desfecho.
Como é o tratamento da periodontite?
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Geralmente envolve raspagem (remoção do tártaro abaixo da gengiva) e, em alguns casos, procedimentos adicionais, além de manutenção periódica. O objetivo é controlar a inflamação e estabilizar a perda óssea. O acompanhamento contínuo é parte essencial do tratamento.
Dá para ter periodontite sem sentir dor?
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Sim, e isso é o mais traiçoeiro. A periodontite costuma avançar de forma silenciosa, sem dor, até estágios mais sérios. Por isso não se deve esperar 'doer' para procurar avaliação — sangramento e mau hálito já são sinais de atenção.
O que causa essas doenças da gengiva?
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A base é o acúmulo de placa bacteriana e tártaro por higiene insuficiente. Fatores como tabagismo, diabetes, alterações hormonais, genética e alguns medicamentos aumentam o risco e a gravidade. Por isso o controle envolve higiene e saúde geral.
Como prevenir gengivite e periodontite?
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Com higiene diária (escovação suave na linha da gengiva e fio dental ou escova interdental) e revisões e limpezas profissionais periódicas. Controlar fatores como o cigarro e o diabetes também ajuda muito. Prevenir é sempre mais simples que tratar.
Fumante tem mais risco?
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Sim. O cigarro aumenta o risco e a gravidade da doença periodontal e ainda mascara o sangramento, atrasando o diagnóstico. Também prejudica a cicatrização e a resposta ao tratamento. Parar de fumar é um dos maiores benefícios para a gengiva.
Periodontite tem ligação com a saúde geral?
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Estudos associam a doença periodontal a condições como diabetes e problemas cardiovasculares, numa relação de mão dupla. Cuidar da gengiva é parte de cuidar da saúde como um todo. Por isso o controle costuma envolver também o acompanhamento médico.
Gengiva doente impede clareamento ou facetas?
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Sim, a estética parte da saúde. Gengivite ou periodontite ativas precisam ser tratadas antes de clareamento, facetas ou implantes, porque comprometem o resultado e a segurança. Tratar a gengiva é o primeiro passo do sorriso bonito.
Onde tratar gengivite ou periodontite na Mooca?
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A Dra. Cléo Salustiano (CRO-SP 170844) atende na Rua Hipódromo, 1141, na Mooca, em São Paulo, de segunda a domingo, das 8h às 22h. A avaliação define o estágio da doença e o tratamento mais adequado para o seu caso.
Dra. Cléo Salustiano