Neste artigo
ResumoQuando reparar e quando refazer as facetas?O que esperar ao refazer facetas feitas em outro consultório?Perguntas frequentesLeia tambémRefazer facetas antigas ou feitas em outro lugar: quando vale a pena
Clique aqui e agende sua avaliação de facetas em resina pelo WhatsAppPrefere não esperar resposta? Agende online agora, sem ligar: você vê os horários livres e escolhe o seu, a qualquer hora.
Resumo rápido deste artigo+
Vale refazer facetas antigas ou feitas em outro lugar quando o problema não se resolve com polimento ou reparo: infiltração nas bordas, cárie por baixo, lascas repetidas, facetas soltas, volume excessivo, cor ou formato inadequados e gengiva inflamada por excesso de material. Perda de brilho e lascas pequenas costumam ser resolvidas na manutenção. A avaliação examina bordas, gengiva e mordida, com fotos e radiografias quando necessário. Em resina, a remoção é feita desgastando o material e preservando o esmalte; em porcelana, a peça geralmente é cortada. Nem sempre é preciso refazer todas. O dente de baixo pode revelar etapas prévias, que entram no plano. Na Mooca, a Dra. Cléo Salustiano (CRO-SP 170844) atende todos os dias, das 8h às 22h.
Vale a pena refazer facetas antigas ou feitas em outro lugar quando o problema não se resolve com polimento ou reparo: manchas que não saem, bordas escuras, facetas grossas ou artificiais, lascas repetidas, gengiva inflamada ao redor ou cárie por baixo. Quando o problema é só perda de brilho ou uma lasca pequena, a manutenção costuma bastar. A decisão é tomada depois de examinar as facetas e o dente embaixo delas, e não só pela aparência.
Na prática clínica, é comum o paciente chegar ao consultório insatisfeito com facetas feitas há alguns anos — ou há poucos meses — e com receio de 'mexer de novo'. As queixas mais frequentes são dentes que parecem grandes ou volumosos, branco artificial, cor que não combina com os outros dentes, bordas amareladas e gengiva que sangra perto das facetas. Muitas dessas situações têm solução, e nem todas exigem refazer tudo.
A Dra. Cléo Salustiano (CRO-SP 170844), dentista na Mooca com foco em odontologia estética, facetas em resina e reabilitação oral, explica a seguir como se decide entre reparar e refazer, como é feita a troca e o que muda quando as facetas foram feitas em outro consultório.
Este artigo é do consultório da Dra. Cléo Salustiano, na Mooca. Veja a página de facetas em resina na Mooca para entender como o tratamento é feito aqui e agendar sua avaliação.
Quando reparar e quando refazer as facetas?
Reparar as facetas costuma ser suficiente quando o problema é superficial e localizado: perda de brilho, manchas na superfície, uma lasca pequena ou uma borda levemente áspera. Refazer passa a ser indicado quando o problema é estrutural ou se repete: infiltração na junção com o dente, cárie por baixo, lascas frequentes, facetas soltas, volume excessivo, cor ou formato que não agradam e não podem ser corrigidos com acréscimo.
A avaliação começa pelo exame das bordas, onde aparecem as linhas escuras de infiltração, e pela gengiva ao redor. Faceta com excesso de material perto da gengiva, ou com borda mal adaptada, acumula placa e mantém a gengiva inflamada; nesses casos, trocar a faceta é também uma questão de saúde, não só de estética. Radiografias ajudam a ver cáries e restaurações antigas por baixo.
O volume é outra queixa comum. Facetas feitas sem planejamento de espessura podem deixar os dentes projetados, com aparência de 'dentes grandes' e lábios apoiados. Em resina, muitas vezes é possível reduzir parte do volume desgastando o excesso de material e refazendo o acabamento; quando a posição dos dentes por baixo é a causa, pode ser preciso alinhar antes de refazer.
A cor que não combina é mais simples de avaliar: se a faceta está mais clara ou mais escura que os dentes naturais, ou com branco chapado sem translucidez, a camada externa pode ser refeita ou a faceta substituída. Se a ideia é clarear o sorriso inteiro, o clareamento dos dentes naturais costuma vir antes, porque a resina não clareia com gel.
Em resina, a remoção é feita desgastando o material com cuidado, preservando ao máximo o esmalte que está por baixo. Em porcelana, a peça geralmente precisa ser cortada para sair. Em ambos os casos, o dente embaixo é examinado antes de receber a nova faceta, e qualquer cárie, trinca ou restauração antiga é tratada nessa etapa.
| O que você nota | O que costuma ser | Caminho mais comum |
|---|---|---|
| Faceta sem brilho, manchas superficiais | Envelhecimento da superfície | Polimento na manutenção |
| Lasca pequena na borda | Sobrecarga ou desgaste localizado | Reparo com resina |
| Linha escura na junção com o dente | Infiltração na borda | Avaliar reparo ou troca daquela faceta |
| Dentes grandes ou projetados | Excesso de espessura ou posição dos dentes | Reduzir volume ou refazer, às vezes com alinhamento antes |
| Gengiva sangrando perto das facetas | Excesso de material ou borda mal adaptada | Tratar a gengiva e ajustar ou refazer |
| Cor que não combina | Tom ou translucidez inadequados | Refazer a camada externa ou a faceta |
O que esperar ao refazer facetas feitas em outro consultório?
Ao refazer facetas feitas em outro consultório, espere uma avaliação completa antes de qualquer desgaste: exame das facetas, da gengiva e da mordida, fotografias e, quando necessário, radiografias. Informações sobre o trabalho anterior ajudam muito, como o material usado, quando foi feito, fotos de antes e se houve algum problema desde então. Não é preciso ter o contato do outro profissional para ser atendido.
Nem sempre é preciso refazer todas as facetas. Às vezes, uma ou duas têm problemas e as demais estão boas; o planejamento pode reparar umas e refazer outras, desde que a cor e o formato continuem harmônicos. Em outros casos, principalmente quando a queixa é de volume ou de cor geral, faz mais sentido refazer o conjunto para o resultado ficar coerente.
Também é importante alinhar a expectativa. O dente que recebeu faceta antes pode ter menos esmalte do que um dente nunca tratado, e isso influencia a nova faceta. Às vezes surgem etapas que não estavam visíveis, como cáries sob o material antigo ou gengiva que precisa ser tratada primeiro. Nenhuma dessas situações impede o novo tratamento: elas entram como etapas do plano.
Depois de refeitas, as facetas pedem a mesma rotina de qualquer faceta nova: higiene caprichada, fio dental todos os dias, atenção a café, vinho e cigarro, placa se houver bruxismo e revisões periódicas com polimento. Manter a manutenção em dia é o que evita que os problemas que levaram à troca voltem a acontecer.
Na Mooca, a Dra. Cléo Salustiano avalia facetas feitas em outros consultórios e explica, com o seu caso, o que pode ser mantido, reparado ou refeito. Nenhum profissional pode garantir o resultado de uma nova faceta — o que a avaliação faz é mostrar com clareza o que é possível e o que esperar antes de começar.
Dá para refazer facetas feitas por outro dentista?
+
Sim. Facetas feitas em outro consultório podem ser avaliadas, reparadas ou refeitas. Ajuda levar informações sobre o material, a data do tratamento e fotos de antes. Não é necessário contato com o profissional anterior. A avaliação define o que pode ser mantido e o que precisa ser trocado.
Como saber se preciso refazer minhas facetas?
+
Sinais que costumam indicar troca: mancha que não sai com polimento, linha escura na borda, lascas frequentes, faceta solta, dentes volumosos ou artificiais, cor que não combina e gengiva que sangra perto das facetas. Perda de brilho e lascas pequenas, em geral, resolvem-se com manutenção.
Refazer faceta de resina estraga o dente?
+
A remoção da resina é feita com cuidado para preservar o esmalte, mas pode haver pequena perda de estrutura, principalmente se o trabalho anterior já tinha desgaste. Por isso a decisão entre reparar e refazer é feita com critério. O dente embaixo é examinado antes de receber a nova faceta.
Minhas facetas ficaram grossas. Tem solução?
+
Muitas vezes, sim. Em resina, é possível reduzir parte do volume desgastando o excesso e refazendo o acabamento. Quando os dentes por baixo estão projetados, pode ser preciso alinhar antes. Em alguns casos, refazer as facetas com espessura planejada é o caminho mais previsível.
Faceta com borda escura precisa trocar?
+
Nem sempre. A linha escura pode ser pigmento superficial, que sai com polimento, ou infiltração entre a faceta e o dente, que costuma pedir reparo ou troca daquela faceta. O exame com boa luz e, às vezes, radiografia mostra qual das duas situações é a sua.
Preciso refazer todas as facetas ou só algumas?
+
Depende. Se o problema está em uma ou duas facetas e as outras estão boas, é possível trocar apenas essas, desde que cor e formato fiquem harmônicos. Quando a queixa é de volume ou de cor geral, costuma fazer mais sentido refazer o conjunto.
Faceta de porcelana pode ser trocada por resina?
+
Pode, em muitos casos. A porcelana é removida, o dente é avaliado e a faceta em resina é feita diretamente sobre ele. A escolha considera a quantidade de dente que sobrou, a mordida, o bruxismo e a manutenção que você prefere. A avaliação explica prós e contras de cada material no seu caso.
Minha gengiva sangra perto das facetas. É por causa delas?
+
Pode ser. Faceta com excesso de material ou borda mal adaptada perto da gengiva acumula placa e mantém a inflamação. Também pode ser higiene difícil na região. A avaliação identifica a causa; em alguns casos basta ajuste e tratamento da gengiva, em outros a faceta precisa ser refeita.
Posso clarear os dentes e manter as facetas antigas?
+
O clareamento age nos dentes naturais, não na resina ou na porcelana. Se você clarear, as facetas podem ficar mais escuras que os outros dentes. Por isso, quando se pensa em clarear, é comum planejar clareamento primeiro e depois refazer ou ajustar as facetas para a nova cor.
Quanto tempo leva para refazer as facetas?
+
Depende do número de facetas, do material, das etapas prévias e da técnica escolhida. Facetas em resina costumam ser feitas diretamente no consultório, em uma ou mais sessões. Quando há gengiva, cáries ou alinhamento para tratar antes, o prazo aumenta. A estimativa é dada na avaliação.
Fiquei insatisfeita com as facetas recentes. O que fazer?
+
Primeiro, vale conversar com o profissional que fez o trabalho, porque ajustes costumam ser possíveis. Se preferir outra opinião, uma avaliação independente pode mostrar o que é ajuste de acabamento e o que exigiria refazer. Ter fotos de antes e do planejamento ajuda nessa conversa.
A nova faceta vai durar mais que a antiga?
+
Ninguém pode garantir prazo. A durabilidade depende do planejamento, da adesão, da mordida, dos hábitos e da manutenção. Entender por que as facetas anteriores falharam ajuda a corrigir a causa, como bruxismo ou bordas mal adaptadas, o que aumenta a chance de as novas durarem.
Onde refazer facetas na Mooca?
+
Na Mooca, a Dra. Cléo Salustiano (CRO-SP 170844) avalia facetas antigas ou feitas em outros consultórios e explica o que pode ser mantido, reparado ou refeito. O consultório fica na Rua Hipódromo, 1141, perto do Metrô Bresser-Mooca, e atende de segunda a domingo, das 8h às 22h, pelo WhatsApp (11) 97409-7834.